Arquivo do mês: março 2010

Eu não sou MACFag

Essa é uma frase que eu estou mais do que cansado de ouvir…

Eu sou, muito orgulhosamente, usuário de MAC, tenho dois portateis e um desktop com a bela maçãzinha estampada em sua carcaça e não troco os meus nênens por nada. Não que eu seja algum tipo de xiita(acho que é assim que se escreve) que não usa nada além disso, muito pelo contrário, tenho o Windows 7 e o Umbuntu instalado em dois deles e não me arrependo nenhum pouco disso, o conhecimento da variedade faz o bom usuário (e o bom desenvolvedor). Na verdade eu até ando usando muito mais o Windows 7 do que o próprio MAC OS.

Mas então por que diabos não usar um PC logo de uma vez?

Simples: eu não posso usar o MAC OS em um PC e esse é simplesmente o meu sistema operacional favorito. Não apenas pela estabilidade, mas pelos recursos oferecidos pelo MAC.

Sou desenvolvedor JAVA, podcaster, blogueiro, viciado em músicas e filmes e, por ultimo, mas não menos importante, não suporto ver meu computador travar (tenho pavor da tela azul da morte!)

TODOS os meus MACs, não somente a edição Professional ou Home vêm com as ferramentas que me permitem manter todos os meus trabalhos em dia, sem precisar me preocupar com downloads e versões. É uma coisa universal.

Tenho o kit de desenvolvimento do IPhone em todas as minhas máquinas, uma ferramente que me permite programar desde C puro, até mesmo JAVA, sem nem ao menos ter de abrir um novo programa.

Tenho o PodCaster e o GarageBand, que me permitem a gravação de podcasts em tempo real, com diversos números de participantes, a edição fácil e simples além da postagem, sem precisar me preocupar se eu sei ou não o que estou fazendo, o programa me guia pelo caminho mais fácil e seguro, para não perder o que estou fazendo.

O IWeb gera páginas web e faz o upload das informações que eu escrevo para meus blogs, sem que eu precise me preocupar em entrar e logar no blog proprimanente dito.

O Itunes é simplesmente o melhor gerenciador de midias que eu já usei, organizando minhas músicas, videos e podcasts com um simples arrastar, criandi automaticamente pastas no sistemas com essas mesmas músicas e até mesmo facilitando minha vida, no caso de eu resolver deletá-las.

E, o melhor de tudo, o que torna a vida de toda “MACer” extramente fácil, pelo menos se ele estiver disposto a gastar alguns míseros dolares por mês para ter: o Mobile.Me. Um sistema de sincronização online da Apple que une todos os seus computadores, desde que estejam todos logados na mesma conta, sincronizarem seus arquivos. Isto é, se você viajar e preciar de um arquivo que está no seu desktop em casa ou no escritório, tudo o que você tem que fazer é logar na sua conta do Mobile.Me e buscar esse arquivo no HD da outra máquina, sem se preocupar. Quando você tem muitos arquivos, espalhador por muitas máquinas, isso é mais do uma simples ajuda, é um salvador de vidas.

Existem muitas outras razões que me fazem preferir o MAC, como a gostosa acima, ou o fato de ser mais bonito, mais anatômico e até mesmo mais chamativo, uma vez que eu REALMENTE gosto de chamar atenção, mas os principais estão listados logo acima. Então, se você não gosta de MAC, tudo bem, mas não me diga que só bichas usam MAC, quando você tem tantos recursos à sua disposição.

E, se por algum acaso, você me vier com a ladainha de que no Windows também dá pra fazer, lembre-se do meu primeiro argumento: tudo isso já vem no MAC como configuração standard, nada de ter que caçar na net, como você faria com seu PC.

Caio realmente acha que vale a pena ser chamado de gay pra ter um sistema que lhe traga tanta conveniência.

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Eu não me chamo Alice… Nem quase isso!

Olha eu aqui de novo!!!

Como é de conhecimento geral (se você não sabe então você não tem o direito de estar aqui) eu sou o que os mais entendidos chamam de tênis verde ou, como os leigos dizem, cinéfilo. Eu sou o tipo de cara que vai no cinema e não sai elogiando os efeitos especiais, mas reclamando que o diretor não conseguiu manter o ritmo, ou que os produtores falharam na seleção dos elementos e que os atores não fizeram o que deveriam fazer: atuar.

Mas, em especial, eu gosto de reparar numa coisa: a trilha sonora. Cara, como eu sou chato com trilhas sonoras…

Mas eu não estou aqui para reclamar, o que costumo fazer com determinada frequência, mas para recomendar!

Para aqueles, que assim como eu, adoram a trilha sonora e sabem que, apesar de todo esforço do pessoal de roteiro e de efeitos, o que realmente define o clima de uma cena em um bom filme é uma boa trilha sonora, eu gostaria de recomendar Almost Alice, a trilha sonora do filme Alice no País das Maravilhas. É simplesmente perfeita!

Mesmo o filme ainda não tendo sido lançado já é possívelm imaginar cada cena, só de ouvir a trilha, espcialmente se for ouvida na ordem certa. Ouvindo Tea Party, gravado por Kerli, você realmente imagina Alice na festa do chá, do chapaleiro maluco, ou Always Running out of Time, do Motion City Soundtrack, a imagem de Alice correndo atrás do Coelho fica clara em sua mente… Mesmo se você não entender uma palavra de inlês: a música simplesmente cria o clima perfeito para a cena!

O CD com a trilha sonora possui 16 faixas e foi gravado por artistas como Avril Lavigne, The All American Rejects e 3oh!3, com a participação de Neon Hitch. Ainda não está a venda no Brasil (eu comprei o meu na iTunes Store), mas começará a ser comercializado ainda essa semana, e não custará mais do que R$30,00, o que é muito pouco para uma OST, ainda mais uma desse porte.

E, mesmo que você não goste de cinema, ou não entenda o valor de uma trilha sonora para a obra, o simples prazer de ouvir música de qualidade deve bastar.

Caio REALMENTE acredita que Tim Burton tem um pacto com alguma criatura das trevas, para sempre acertar desse jeito.

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